quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Qual a diferença dos Livros da Edição Bolso e Edição Econômica para a Normal?


Os livros de Edição de bolso (ou pockets) também são um pouco polêmicos entre muitos leitores. São polêmicos, porque não possuem um perfeito acabamento com muitos detalhes, não tem orelha, as letras são pequenas e a folha é em papel sulfite (na edição normal elas são em pólen soft) com margem quase inexistente.
Alguns deles vem com a capa durinha e a vantagem de comprá-los é que são mais baratos.  


As editoras muitas vezes optam em lançar por uma série de fatores, seja devido à alta venda de exemplares da edição normal ou algum tipo de coletânea que muitas delas fazem em determinadas situações ou épocas. Mas apesar de todas essas diferenças, o conteúdo do livro é integral, ou seja, não sofre nenhum tipo de modificação. Estas diferenças, inclusive já provocaram problemas em sites de vendas pela internet que não especificavam a versão do livro.

.Já a  edição econômica NÃO torna um livro reduzido (Ufa!), porém existem algumas diferenças que divide a opinião dos leitores/colecionadores a respeito de ter ou não livros desse tipo.


1 – A Folha

Nos exemplares comuns geralmente as folhas são amareladas e na econômica são brancas. Até aí problema nenhum. Porém, as folhas são mais finas (econômica) e é aí que mora o problema. Alguns leitores não gostam porque elas ficam um pouco transparentes dando pra ver o sombreado das letras da outra página e isso pode dificultar um pouco a leitura.
Obs.: Livros originais podem vir com folhas brancas. Nada impede isso! 

2 – A Capa

Nos livros de edições comuns geralmente as capas são foscas e algumas vem com relevos, já nas econômicas as capas são brilhosas e não tem relevo. Além disso, elas são um pouco mais finas. Há quem diga que são melhores para a conservação do livro, porém nisso também há controvérsia.

3 – Orelhas

Quem não gosta das orelhas nos livros? Eu particularmente adoro! Sempre tem uma informaçãozinha a mais nelas e algumas pessoas as usam como marcadores de páginas (acho isso um crime, mas tudo bem). Nas edições comuns os livros possuem orelhas, nas edições econômicas infelizmente não.

4 – Diagramação

Margem, tipo de letra, tamanho da fonte… Nas edições comuns a diagramação é a original, já na econômica a diagramação pode mudar. Em alguns casos há alteração no espaço da margem, no tamanho da fonte, etc., fazendo com que a quantidade de páginas mude em relação ao original, porém o conteúdo é o mesmo.

Conclusão

Vale ressaltar que o conteúdo do livro é o mesmo e as mudanças são apenas estéticas.
A vantagem se se comprar um livro na sua versão econômica e de bolso está no preço. Eles são mais baratos, mas será que vale a pena? Bem, isso é uma opinião bem pessoal e cabe a cada um julgar se tem ou não problema com essas pequenas  diferenças.
Espero que esse post tenha ajudado a tirar suas dúvidas. E você, leitor, tem algum problema com as versões econômicas e de bolso?

 Postagem : Aninha KF Barbosa

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

13 Motivos para Ler Stephen King agora mesmo







► 1. Ele criou todo um universo geográfico onde se passam seus livros
O universo criado por King é interessante de ser explorado, livro por livro. Pode-se passar anos e anos lendo suas obras e encontrando pontos em comum entre os locais e referências, pois muitos de seus livros se passam em uma cidade fictícia chamada Castle Rock. Outros se passam em Derry, outra cidade fictícia criada por King, localizada no estado de Maine, onde mora o autor.
► 2. Seus personagens são humanos um tanto complexos, com quem o leitor pode se identificar
King desenvolve personagens vívidos, com memórias marcantes, passados que não morrem e traços de personalidade naturais e bem definidos. Ao ler diálogos do livro “Saco de ossos” ou “O Cemitério”, pode parecer que você está ouvindo conversas entre dois velhos amigos, pois a narrativa apresenta detalhes das vidas dos personagens, incluindo contexto, passado, opiniões, etc, de maneira que parece que conhecemos os personagens pessoalmente no mundo real. Soma-se a isso o fato de os diálogos serem escrito em uma linguagem direta e facilmente reconhecível como fala em meio a uma narrativa escrita, com expressões coloquiais, mas sem exageros (me refiro ao texto original, nos livros traduzidos isso pode depender da tradução, mas tenho visto traduções boas das obras de King), que soam naturalmente como uma conversa de verdade. Isso torna os personagens e as situações que eles vivenciam muito mais reais.
► 3. Suas obras deram vida a filmes clássicos
Tudo bem que o próprio King não é muito fã do filme de Kubrick sobre seu livro O Iluminado (há grandes diferenças entre as duas obras!), mas não podemos negar que o filme já virou um clássico do cinema. Outro clássico é O Cemitério Maldito, isso sem contar com as várias versões de Carrie. Há diversas adaptações de obras de King, romances e contos, para o cinema e para a TV (contando com ocasionais participações especiais de King em papéis como um padre no Cemitério Maldito, um entregador de pizza em Rose Madder e assim por diante) e muitas delas já viraram grandes clássicos do cinema.
► 4. O ar de realismo de seus livros faz com que os fatos sobrenaturais ou assustadores em geral se tornem mais assustadores ainda por parecerem mais reais do que deveriam (ou tanto quanto deveriam?)
Os livros de King são cheios de personagens intensamente vívidos, que vivem em locais fictícios onde se passam tantas histórias que os lugares quase já têm vida própria. A narrativa tem um tom direto, uma linguagem simples e real, mostrando pessoas reais. O que é chocante quando esses seres que parecem ter sangue nas veias encontram criaturas mortas-vivas ou assassinos psicóticos (os quais, aliás, também soam assustadoramente reais, como a “doce” leitora fanática de Paul Sheldon em Misery, Annie Wilkes – quem não queria uma fã assim, não é mesmo?).
► 5. Os Ramones fizeram uma música para um filme baseado em um livro dele!
Sabe famoso hit Pet Sematery? Isso aí, trilha sonora do filme baseado em na obra do Stephen King. Os Ramones (que é uma das bandas favoritas do King, aliás!) gravaram uma música especialmente para o filme inspirado em um livro dele! Precisa dizer algo mais?
► 6. Ele escreveu Sobre a escrita, um livro maravilhoso sobre a arte da escrita
Uma mistura de autobiografia com inspiradoras declarações de seus motivos para escrever e seus dedicadíssimos métodos de escrita. Sem querer dar spoilers sobre o que exatamente King revela neste livro, conto aqui só algo que chama muito atenção: ele diz não planejar os enredos de seus livros, na maioria das vezes, e que vai escrevendo conforme a história se desenvolve. Além disso, ele diz que escreve muitas horas por dia e todos os dias, pois caso contrário os personagens tornam-se menos reais, mais distantes e fictícios. Será esse o segredo de King para criar personagens tão bem construídos e mundos com detalhes tão realistas? Só digo que, para ele, essa tática funciona muito bem, pois a leitura de suas narrativas realmente envolve o leitor. No final do livro, King incluiu uma lista de livros que ele indica a leitores que já escrevem ou que pretendem escrever.
► 7. Ele escreveu Dança Macabra, um livro sobre o terror
Além de Sobre a escrita, King escreveu outras grandes obras de não ficção, e entre elas está Dança Macabra. Ter escrito esse livro demonstra o domínio de King sobre um dos temas sobre o qual ele mais escreve e seus conhecimentos em relação aos mestres do terror que o antecederam. Neste livro, dividido em várias partes, King analisa os motivos de se ler ou assistir terror, como funciona o terror, suas funções e origens psicológicas e o que esse tipo de arte traz para o mundo, comenta sobre grandes nomes do terror na literatura, no cinema e na TV (incluindo fotos de filmes e seriados que ilustram toda a obra), lista dicas de filmes e livros e até diz como começou a se interessar pelo gênero. Uma obra imperdível para fãs de terror ou leitores em geral que tenham interesse na área.



► 8. Ele criou um universo de personagens marcantes
É difícil alguém falar em palhaços macabros sem lembrar de Pennywise, da obra It, ou mesmo que a pessoa não lembre o nome, com certeza lembrará da figura do palhaço assassino, seja pela imagem do filme ou pelas capas das diversas edições dessa obra. Ao comentar sobre narrativas de terror em hotéis ou personagens escritores psicóticos, quem não lembra de Jack Torrance em O Iluminado? Ou quando um carro parece se mover sozinho, muitos podem pensar em Cristine, o carro amaldiçoado. Quando o problema é um cão raivoso, pode lembrar Cujo. Enfim, os personagens criados por King são marcantes e já viraram ícones da cultura pop, pois pode-se encontrar referências a eles em diversos lugares.
► 9. Os livros têm enredos originais e narrativas cativantes, que envolvem o leitor
King tem ideias impressionantes e as desenvolve detalhadamente bem, construindo mundos fictícios tão reais quanto o mundo real, narrando detalhes que tornam tudo mais vivo e inserindo acontecimentos absurdos nesses universos. No entanto, tudo é tão bem descrito, o psicológico dos personagens tão sólido, que as ações deles e o que os cerca não têm como parecer nada mais além de realidade. Assim, ele consegue causar medo, tanto quanto consegue encantar e trazer lágrimas aos olhos dos leitores (por exemplo, em O Cemitério, a descrição do luto da família do protagonista é quase tão forte ou mais do que aquela do horror causado pela volta dos mortos, o que realmente causa um impacto no leitor).
► 10. Ele já foi comparado a Poe em uma Epic rap battle e até twittou sobre isso!
Claro que os dois são escritores bem diferentes e não há comparação, mas o vídeo foi uma paródia divertida feita pelo canal Epic Bat Battles of History, em que grandes personalidades frequentemente comparadas pelo público duelam. Neste caso, os rivais foram King e Poe (para ver o nível, ele já foi comparado a Poe!). Claro que King, na maior humildade e confirmando assim sua admiração e seu respeito por Poe, twittou sobre o caso, dizendo ter perdido o duelo.
► 11. Ele participa de uma banda de rock
Ok, isso não está diretamente ligado ao talento literário de Stephen, mas demostra como ele tem outros talentos além da literatura e um carisma único. Veja abaixo King no palco,
https://www.youtube.com/watch?v=VUEyHjSonEM com a banda Rock Bottom Remainders, formada por escritores. Além de King, também já foram membros da banda os escritores Dave Barry, Amy Tan, Cynthia Heimel, Sam Barry, Ridley Pearson, Scott Turow, Joel Selvin, James McBride, Mitch Albom, Roy Blount, Jr., Barbara Kingsolver, Robert Fulghum, Matt Groening, Tad Bartimus, Greg Iles e Aron Ralston, além de músicos profissionais e convidados. As apresentações deles já renderam mais de dois milhões que foram doados para caridade.



► 12. Ele também já esteve nos Simpsons
Certo, isso também não tem tanto a ver com a escrita de King, mas mostra sua grande influência na cultura pop. Na imagem acima, King aparece em um episódio de Halloween dos Simpsons, agindo como seu personagem, Jack Torrance, no filme de Kubrick, escrevendo as palavras “All work and no play makes Jack a dull boy” (“muito trabalho e pouca diversão deixam Jack entediado” – tradução livre), ironicamente, uma cena que não existe no livro, mas que tornou-se icônica e foi inspirada no comportamento do personagem na obra de King.

► 13. Ele acabou de ganhar a National Medal of Arts!!!
King recebeu uma medalha do presidente Obama devido à sua imensurável contribuição à cultura literária americana, ou como foi dito na premiação “por ser um dos autores mais notáveis e prolíficos da atualidade e pela capacidade de combinar sua extraordinária narrativa com sua análise afiada da natureza humana, pois por décadas seus trabalhos de terror, ficção, suspense, ficção científica e fantasia têm apavorado e trazido encanto a leitores pelo mundo”.
https://www.youtube.com/watch?v=GJmB2104HGk

A obra dele é lida por milhares de leitores por todo lugar, ele já publicou mais de 60 romances e muitos contos e roteiros e etc. Está esperando o que para começar a ler King? Ou, caso já tenha lido algo dele, para ler mais livros dele?

Via Literatortura
Postagem: Aninha K F Barbosa

Livro que li: Nua - O Caso Blackstone vol 1

Só digo uma coisa: nenhum homem altamente sexy e rico me dá carona só porque viu a minha foto, mas nos livros isso acontece kkkkkkkk, por isso amo a leitura, tudo é possível nos livros!!
Mas, vamos ao que interessa.

PROIBIDO PARA MENORES DE 18 ANOS
TEMA:
HOT 


quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Livro que Li: Um Cântico de Natal

Olá, hoje falarei sobre um livro que sempre quis ler mas até então não tinha conseguido.


Um Cântico de Natal, ou em algumas outras traduções Um Conto de Natal ou no original A Christmas Carol de Charles Dickens!!!


Um belo dia estava caminhando pela livraria, sem intenção nenhuma e de repente  me deparo com essa edição bilíngue, não resisti, me apaixonei pela capa e comprei o livro, não conseguiria sair da livraria sem levá-lo comigo!! kkk

TEMA:
FICÇÃO / ESPÍRITO